Depois duma amiga da nossa cidade francesa geminada, Villenave d’Ornon, me oferecer chips de legumes, fiquei encantada com mais esta opção de snacks naturais.
Apesar de algumas marcas não serem muito naturais por terem sal refinado, etc. sempre é melhor do que as chips de batata frita, mas também não convém abusar.

Para além disso, a desidratação pode ser uma forma de preservarmos alimentos que temos em excesso da horta, para levar para acampar, para quem espera um holocausto :) etc.

Encantada com este petisco, resolvi pesquisá-lo por cá e confirmei que já encontramos em algumas lojas também em Portugal.
Mas como tenho a mania de aprender como se fazem as coisas, parti para a pesquisa online pois que bibliografia sobre este tema, por cá, é inexistente.
Encontrei livros à venda no “ amazon” em inglês e comprei um em forma de ebook pois que os transportes dos EUA são muito caros, ainda estou a explorá-lo mas parece-me que a informação é superficial.
Para além disso existem receitas em vários sites e no youtub.
Existem receitas para desidratar no forno, mas tenho receio que se gaste muito gaz, e também no microondas mas este para mim está fora de questão.
Existem também vários tipos de desidratadores, os solares que podemos ser nós a fazer ou os eléctricos. Decidi então que iria pesquisar os eléctricos e descobri desde os caríssimos e grandes existem uns jeitosinhos no tamanho e no preço.
Os preços variam muito de site para site e os sites estrangeiros têm o problema dos portes o que encarece ainda mais.
Mas de repente lembrei-me de ir ao OLX e descobri um usado que comprei por 35 euros, poupei pelo menos 25 a 30€. Estava como novo, pelo menos aparentemente, mas ao fim duma semana os tabuleiros começaram a partir-se. Se é da má qualidade ou porque o plástico poderia estar ressequido, não sei. Sei que já gastei mais 24€ a encomendar 4 tabuleiros do site “efeito verde” a 4€ cada um mais portes. Com o tempo vos direi se estes duram ou não.
ATENÇÃO acabei de descobrir que o LIDL vai ter um desidratador jeitoso super barato por 40€ no dia 27/8, quem estiver interessado é de aproveitar, tem graduação de temperatura até 70º e temporizador.
Mas a primeira dica é untarem os tabuleiros sempre que os vão usar pois que os legumes/frutas ao desidratarem colam-se ao gradeado e a pressão necessária para os descolar pode contribuir para danificar os tabuleiros.

Notícia de ultissims hora: chegaram os tabuleiros que encomendei no "efeito verde" a encomenda chegou super rápido,  em 2 dias mas os tabuleiros são ligeiramente menores embora dê para desenrascar. Bem feito para mim que não quis ir comparar com os da minha amiga Salomé,  a que me recomendou este site, por isso atenção às vossas escolhas. 
No próximo post falarei mais deste tema.
Bom e Vitalizante Apetite

Não descascas a cenoura, porquê? Perguntam-me as minhas alunas.
Cenoura, nabo, rabanete, abobora manteiga ou Hokkaido eu não descasco, simplesmente escovo.
uso uma escovinha de palha de coco que se pode encontrar nas lojas de produtos naturais. Poderá ser outra escova mas convém que seja rija e que seja usada só para este fim.
Desta forma preservamos as fibras das cascas e é mais saboroso e confesso, dá muito menos trabalho.
E os agro-tóxicos?
Há quem preserve as cascas só dos legumes biológicos por causa dos agro-tóxicos mas eu nunca as retiro, se desconfio da origem do legume deixo-o de molho por alguns minutos em água e sal ou vinagre. Para além disso penso que se têm produtos tóxicos tanto será na casca quanto no interior.
Experimenta e vê a diferença.
Bom e vitalizante apetite


Muitas pessoas me falam encantadas que cozinham os legumes ao vapor, eu torço o nariz e perguntam-me o que penso.
Na minha opinião e pelo que estudei, os legumes cozinhados devem ser potenciados pela energia do fogo (gaz, lenha) que os torna mais assimiláveis, mais digestivos ou seja, devem ficar saborosos, com cor viva e no mínimo crocantes, ou mais macios, mas nunca espapaçados, nem murchos, nem descoloridos – sinónimo que perderam a sua energia vital.
Então qual a melhor forma de cozinhar legumes?
Escaldar
É um bom método, sobretudo para verduras – uma panela com água a ferver, com uma colher de sobremesa de sal, cozinhar com a panela destapada. Quando estiver no ponto retirar e colocar sobre um escorredor ou uma peneira de verga para arejar, parar o cozimento e manter a cor.
Refogar
Este método pode levar um ou mais variedades de legumes, exemplo nabo e cenoura.
Cortar os legumes em pedaços de igual tamanho, aquecer a panela em lume médio (de preferência de inox ou de ferro) colocar uma colher de sopa de óleo, com ela quente, o óleo dilata com mais facilidade, colocar o nabo mexendo-o um pouco para que se envolva na gordura.
Colocar a cenoura como uma camada por cima do nabo, colocar uma pitada de sal, tapar a panela, baixar o lume para o mínimo e deixar cozinhar. Por quanto tempo? É muito relativo, há que ficar atenta e quando estiver 80% cozido, pode-se temperar com shoyu (molho de soja) e deixar apurar até estar no ponto.
Devemos evitar abrir constantemente a panela para ver se já está pronto, com o decorrer da vossa experiência aprenderão a calcular o tempo de cozedura e até pelo aroma que o refogado soltar.

Olá amigos Vitalizantes


Devido às muitas trocas de ideias e de “tira dúvidas” que tenho convosco através das redes sociais ou por telefone, ou seja, “em of the record” vou passar a partilhá-las publicamente.
Falaremos do cozimento dos legumes, como temperar, que tipos de panelas a usar, condimentos e todas as mais dúvidas que vocês possam enviar.


Um pão integral bem feito, é outra coisa.
Felizmente os fãs do meu pão não param de crescer e alguns pedem-me a receita.
Apesar de não gostar muito de dar receitas porque para mim a verdadeira receita aprende-se ao vivo e a cores, perante a dificuldade da distância para alguns dos meus seguidores, aqui vai então umas dicas e uma receita básica.
- Eu compro a farinha num moinho tradicional mas podem usar farinha de compra, no entanto, aconselho a evitarem farinha branca comum pois que esta é branqueada e com muitos produtos químicos;
Podem variar o tipo de farinhas mas tenham atenção para que elas tenham glúten suficiente para que a massa cresça, por exemplo a farinha de milho tem pouco glúten por isso é preciso ser misturada com farinha de trigo;
Mas não aconselho que usem as farinhas pré-preparadas para pão pois que estas contêm conservantes, açúcar e por vezes um tipo de fermento que não se adapta às máquinas de pão;
Podem usar um fermento de padaria ao vosso gosto, eu prefiro Fermipam, que se mistura com a farinha pois que é desidratado, não se estraga como o fresco;
Casualmente uso 1 colher de sopa de azeite, o pão fica mais crocante;
Uso sal marinho integral
Há várias formas de cozer pão:
No forno;
Ao vapor;
Na frigideira;
Na panela de pressão;
E frito.

Receita básica
1 colher de sobremesa de sal
400ml de água morna
450ml de farinha de trigo integral e 450ml de farinha branca misturadas previamente
1 colher de sobremesa de Fermipam, ou a medida pequena que vem juntamente com a máquina.
Misturar as farinhas com o fermento seco
Dissolver o sal na água numa tigela e aos poucos juntar a farinha
Amassar bem até que ao carregarmos na massa com o dedo ela afunda e volta.
Descansar dentro duma caixa plástica, num lugar quente por cerca de 1,30h ou até dobrar de tamanho.
Amassar de novo para retirar os gases, colocar numa forma e colocar no forno que foi aquecido por 5mn, até a massa dobrar de novo de tamanho.
Ligar de novo o forno e assar por 45mn, ou até dourar, em lume medio alto
Para confirmar se está assado espetar um palito de dentes, se sair húmido é porque precisa de mais um tempo de calor.
Se tiverem dúvidas contatem-me
Bom e Vitalizante Apetite
Palucha

 

 
 
 
Este leite, cada vez mais comum em Portugal, é utilizado na culinária em vários pratos e especialmente em bolos.
Por  ser um produto tropical utilizo-o com parcimónia e especialmente no leite de arroz e em bolos, e confesso que adoro tanto o seu aroma como o seu paladar.
O problema é encontrar um leite de coco de qualidade e a um bom preço. Muitas vezes corremos o risco de comprar um leite de coco com sabor a sabão.
Quando morei no Brasil aprendi a fazê-lo a partir do próprio coco seco.
Mas regressando à pátria, ao tentar fazer o mesmo, deparava-me com cocos caríssimos ena sua maioria já podres.
Depois de vários fracassos de experimentar várias marcas de garrafas, latas e de cocos secos, quando estava quase a desistir, descobri o leite de coco feito a partir do coco ralado ensacado que podemos comprar em qualquer supermercado.
É tão fácil de fazer que até podem duvidar do seu maravilhoso resultado.
Nem espalhem muito esta receita senão vamos arruinar as vendas de leite de coco engarrafado/enlatado :).
O leite fica ótimo mesmo com cara, consistência, aroma e sabor a leite de coco, aliás é o mais próximo do leite feito a partir do coco que comprava no Brasil, cortava e guardava em saquinhos no congelador até o bater com água.
Vamos lá então à receitinha:
100gr de coco ralado
De 400 a 500ml de água quente.
Demolhar o coco na água por 10mn
 
Bater bem no liquidificador ou robot de cozinhar e coar.No caso do fazermos na Bimby podemos fazê-lo aí totalmente, colocando o coco com a água e num primeiro passo "cozinhar" 5mn a 50 graus e em seguida batê-lo bem.

Dependendo para o que for utilizar eu não coo pois gosto de sentir os farelos moidinhos, como no arroz doce ou na canjica.
Fica ao vosso critério se pretendem um leite mais consistente ou mais diluído.
Bom e Vitalizante Apetite
Palucha

Já imaginaram o show que vão dar ao oferecerem ou apresentarem esta cesta no próximo Natal?

A sua massa pode ser salgada ou doce;

Podem recheá-la com biscoitos, pasteis, o que mais apreciarem.

Encheste os olhos, mas ainda tens algumas dúvidas?

Contata-me!

Bom e Vitalizante Apetite

Palucha

 

Hoje temos um paté muito simples, super fácil de fazer e bem saudável.
É ideal para crianças e mais uma variação para quem quer evitar lacticínios:
 
PATÉ DE CENOURA E MISO
2 cenouras raladas finamente.
2 a 3 colheres de sopa de Miso qb
Saltear a cenoura com um pouco de óleo, misturar bem com miso e apagar o lume.
Este paté preserva-se alguns dias no frigorífico.
 
Bom e Vitalizante Apetite

 

Chapateira


Hoje é o Dia Mundial da alimentação, dizem, mas eu penso que” todo o dia é dia de índio” como dizem os brasileiros, mas em bom português, diria que todos os dias são dias da alimentação assim como todos os dias são dias da mãe, do pai, do professor e por aí vai.
Faço questão de reforçar esta questão porque muitos de nós esquecemos deste detalhe ou seja esquecemo-nos de nós e dos pequenos e importantíssimos detalhes da vida como reconhecer o valor dos nossos pais e neste caso, preciso, de selecionarmos, no dia-a-dia, os melhores alimentos para termos uma boa qualidade de vida, uma vida mais independente dos lóbis de artigos alimentares e consequentemente do sistema médico.
Mas chega de grandes discursos e passemos à ação e nada melhor para celebrar a importância da alimentação do que uma boa receita saborosa e saudável ideal para pequenos-almoços e lanches, ideal para diabéticos e celíacos, ideal para quem precisa ou quer ter uma alimentação saudável:

CHAPATI DE ARROZ INTEGRAL


Este é um delicioso chapati e super saudável e ótimo para pequeno-almoço e lanches.
Um alimento indicado sobretudo para crianças e pessoas em convalescência.
A massa deste chapati não é feito de farinha mas sim de arroz cozido;
Não tem glúten;
É uma boa opção para aproveitar sobras de arroz.
Pode ser moído num tradicional, moinho de cereais,


moinho de cereais


num moinho de carne ou num robot de cozinha.
Cozinha-se numa chapateira ou numa sanduicheira elétrica.


Sanduicheira


Mas como se faz?
Muito simples:
Moe-se o arroz cozido, coloca-se uma porção dessa massa numa chapateira untada e assa-se em lume baixo. No caso de assar na chapateira é preciso virá-la para cozinhar dos dois lados.

Pode ser servido com um paté à sua escolha, como alguns que sugeri anteriormente.
paté de cenoura e miso
paté de tahin
paté de favas com manjericão
paté misto de Conservas La Gondola
ou outro à vossa escolha.
Bom e Vitalizante Apetite
Palucha

12 crepes
250gr de tofu
1 cenoura media ralada
2 colheres de sopa de salsa
6 folhas de alface
Miso
shoyu
Pepino às rodelas (saber mais aqui)
Rabanete às rodelas 
2 latas de Filete de truta defumada La Gondola
azeitonas

Desmanchar o tofu no robot de cozinha, refogar e dividir em 2 partes:
Uma refoga com a cenoura ralada e tempera com miso
A outra refoga com salsa picada e empera com shoyu
Untar uma forma de preferência das que se desmonta a base

Colocar um crepe e barrá-lo com tofu e cenoura, sobrepor uma folha de alface
Colocar outro crepe e barrá-lo com tofu e cenoura, sobrepor rodelas de rabanete
Mais um crepe e sore ele espalhar uma porção de truta defumada e uma folha de alface
Mais um crepe com o tofu com salsa e 1 folha de alface
Colocar outro crepe e barrá-lo com tofu e salsa sobrepondo rodelas de pepino
Continuar este processo como melhor lhe aprouver terminando com um crepe no topo
De preferência colocar um prato com um pequeno peso por exemplo um pacote de meio quilo de feijão
E guardar no frigorifico no mínimo por 3 horas
Após esse tempo de descanso, desenformá-lo, e barrá-lo com um dos cremes de tofu que se fez e decorar com algumas rodelas de pepino, rabanete, azeitonas.
Cortar as fatias e servir
Bom e Vitalizante Apetite

Evento

  • Conversa Aberta Malveira
    Conversa Aberta Malveira Amigos Vitalizantes Nada melhor para começar este novo ciclo de vida (mais um Outono e mais um Inverno) que novos espaços para divulgar a Culinária Vitalizante e Educativa.Por isso, vos convido para o novo projeto…
Portuguese English French Spanish

Newsletter