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Salada de couve-flor

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Corte em palitos

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Corte de cenoura em cubos

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Cebola em gomos

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Cenoura em flor

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FEIJÃO VERDE - A Forma mais Vital do elaborar

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Este feijão para preservar a sua energia vital deve manter a sua cor verdinha bem viva, mas estar bem cozido, macio.
Para isso vos deixo aqui algumas dicas:
O primeiro passo é na hora da compra pois que devemos escolher as vagens l”lisas” sem se sentir as sementes no se interior e claro devem ser verdinhos e não amarelados.
Depois de lavados, pegamos em 3 pitadas de sal e esfregamo-las nas vagens.
Deixamos descansar 15 minutos.
Enquanto isso preparamos uma panela larga com água abundante e levar ao lume alto.
Quando a água ferver, temperamo-la com 1 colher de sobremesa de sal e em seguida as vagens.
Se nesse momento a água já não ferver, devemos colocar a tampa de forma a que a panela fique meia a Berta até que fervura volte. Nesse momento devemos retirar a tampa para que o cozimento se faça de forma arejada, para que se mantenha a cor verdinha.
As vagens podem ficar mais crocantes ou mais amacias, dependendo onde as vamos utilizar mas é importante que estejam cozidas para que as possamos assimilar devidamente.
Assim que atingirem o ponto desejado devem ser retiradas rapidamente e colocadas espaçadamente, de preferência em cima duma peneira, um coador e plástico, etc de forma a que arrefeçam rapidamente.
Retiramos as pontas e puxando-as de forma a que retiremos os possíveis fios que elas possam ter.
O corte pode variar mas eu prefiro cortar em fatias fininhas na diagonal pois fazem um efeito mais bonito e apanham melhor a sua energia.
Se for para juntar a um cozido de legumes, devem ser colocadas só quando estes estiverem cozidos, então aí coloca-se o feijão verde, misturando e temperando com shoyu.
Também ficam muito bem numa salada, por exemplo de couve-flor e cenoura.

Refogar Cebola

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Couve-flor

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Feijão Azuki

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Cortes dos legumes

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PARCERIA com La Gondola

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A CULINÁRIA VITALIZANTE E EDUCATIVA
Inicia sua primeira parceria em que serão apresentadas receitas criadas especialmente para os produtos que são  gentilmente cedidos.
Após várias propostas interessantíssimas, resolvi iniciar esta nova fase do blogue Conversas Nutritivas e da página do Facebook CULINARIA VITALIZANTE E EDUCATIVA:
- Com Conservas de Peixe.
Mas este tipo de Culinária usa conservas de peixe?
E porque não?
Devemos saber utilizar também estas conservas, pois que por vezes dá jeito uma refeição mais rápida.
E confessem, quem é que não gosta duma conservazinha de peixe?
Claro que a quantidade também é importante, pois todos sabemos que o excesso de proteína acidifica o sangue, seja ela de origem animal ou vegetal.
Mas devido a estas e outras questões escolhi:
a FÁBRICA DE CONSERVAS LA GONDOLA   http://www.conservaslagondola.pt/
Esta fábrica tem características bem diferentes das que existem maioritariamente no mercado:
Tal como o nome sugere, a Fabrica de conservas La Gondola foi fundada por italianos que trouxeram para Matosinhos, norte de Portugal, as primeiras indústrias de conservas, exclusivamente dedicadas à transformação de peixe através do sal.
 Criada em 1940, é uma empresa familiar que o atual proprietário, Paulo Dias, herdou do pai:“Trabalhamos peixes frescos. A sardinha é entre Junho e Dezembro, e produzimos 400 toneladas por ano. A cavala, entre Abril e Outubro, dá para 600 toneladas por ano. Em alguns anos conseguimos matérias-primas de qualidade, noutros sentimos mais dificuldade. Seguimos métodos tradicionais antigos: por exemplo, todos os peixes são pré-cozidos e só depois cortados e enlatados”. (em http://lifestyle.publico.pt/artigos/320001_sete-conservas-de-peixe-portuguesas-que-andam-nas-bocas-do-mundo)
Investindo numa nova unidade nos anos 80, a La Gondola decidiu arrojar-se para uma produção de conservas diversificada, com peixe exclusivamente fresco sujeito aos períodos onde o peixe se encontra no seu melhor momento de qualidade e sabor.
A linha de orientação da empresa mantém-se nos produtos de elevada qualidade, levando-os a encontrar o seu mercado, diferente, mas reconhecido. A partir do início do séc. XXI a procura de espaços gourmet tornou os produtos da marca cada vez mais procurados e apetecíveis em variados mercados.
Internacionalização: 95% dos produtos fabricados destinam-se ao mercado de exportação, encontrando-se presente em variados países como: Espanha, França, Itália, Bélgica, Alemanha, Inglaterra, Luxemburgo, Irlanda, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Estónia, Polónia, Áustria, Chipre, Malta, Grécia, México, EUA, Japão, Brasil, e Canada.
 
A sua produção é artesanal!
As suas conservas são fabricadas pelo método tradicional pré-cozido, com peixe exclusivamente fresco, seguindo criteriosamente a produção por campanha, nas quais o peixe se encontra em condições máximas de qualidade e sabor.
Ou seja, sem conservantes, os únicos ingredientes são peixe, azeite e sal.
Para além disso têm a gama de azeite extra virgem biológico.
Como podem ver, esta fábrica prima pela sua qualidade.
 
A sua pesca é sustentável!
O peixe que utilizam é essencialmente pescado no Oceano Atlântico, na costa portuguesa; cujos sócios são a maior organização de produtores de pesca em Portugal (Propeixe op) com 21 barcos.
A pesca das  sardinhas é sustentável e certificada pelo MSC.
 
Comércio justo!
São produtores e comercializadores das suas conservas. Têm uma relação honesta com os seus fornecedores e com os seus Clientes. Os seus produtos destinam-se sobretudo ao mercado internacional, razão pela qual exportam 95% da sua produção para os mais relevantes mercados gourmet.
 
Os seus produtos:
Sardinhas: em azeite; em azeite com limão; em azeite com cravinho; com picles e picantes em azeite; em molho de tomate e azeite; sem pele e sem espinha em azeite.
Petingas: em azeite; picantes com azeite; com picles e azeite;
Cavalas: em azeite; filetes em azeite; filetes com picles e picantes em azeite;
Truta: filetes fumados em azeite; filetes com picles.
Carapauzinhos: em picles com azeite.
Atum: em azeite; filetes em azeite; ao natural; “ventresca” em azeite.
Polvo: em azeite com alho; de caldeirada.
Lulas: Picantes em caldeirada; estufadas à “portuguesa”.
Ovas: de sardinha em azeite; de bacalhau em azeite.
Patés: sardinha; sardinha picante;  cavala; cavala picante; truta com vinho do porto; truta picante com vinho do porto; atum; atum picante; ovas pescada; caranguejo.
 
Os seus produtos Biológicos:
Sardinhas em azeite extra virgem biológico;
Atum em azeite virgem extra biológico.
Filetes de cavala em azeite extra virgem biológico.
 
Saudações Nutritivas
Palucha

 

 
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Evento

  • Conversa Aberta Malveira
    Conversa Aberta Malveira Amigos Vitalizantes Nada melhor para começar este novo ciclo de vida (mais um Outono e mais um Inverno) que novos espaços para divulgar a Culinária Vitalizante e Educativa.Por isso, vos convido para o novo projeto…
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